Quinta-feira, Agosto 07, 2008
Terça-feira, Março 25, 2008
...Eu estou aqui, minha deusa...
Quinta-feira, Março 20, 2008
...Não existem cães potencialmente perigosos, existem cães com muito potencial e donos muito perigosos...
O governo prepara nova legislação, cuja publicação próxima anuncia, que obrigará a esterilizar os cães de algumas raças, proibindo a comercialização dos respectivos exemplares. Fa-lo sob o pretexto de considerar “potencialmente perigosas” as raças visadas.
O número de acidentes com cães de raças não visadas por esta intenção legislativa é escandalosamente superior ao número de acidentes com os cães das raças visadas, como poderá atestar qualquer serviço de urgências de qualquer hospital em território português.
A intenção legislativa anunciada segue impulsos paranóides, paralelos aos que já se manifestaram numa – absolutamente idiótica – lei das armas, em cujos os termos são “armas proibidas” as facas de mato dos escuteiros, as facas de mergulho (peça essencial à segurança desta actividade desportiva) incluindo, também, os arcos e flechas que constituem brinquedos infantis. Supomos até, face a tão aberrante texto, que as próprias navalhas de barbearia, serão, sem dificuldade, enquadráveis nessas proibições legais.
A intenção legislativa, agora anunciada, não servirá para mais do que propiciar intrusões policiais repulsivas na vida privada e familiar de qualquer pessoa em cuja casa existam cães, tanto mais que a preparação média do agente vulgar das forças de segurança não lhe permite minimamente que seja enquadrar em qualquer raça, qualquer espécimen e, esta usual ignorância (que aliás se estende por quase todos os domínios) promete agravar as incomodidades e os problemas da população diante de agentes de segurança impreparados, ignorantes, frequentemente prepotentes e, com excessiva frequência, francamente brutais.
A anunciada intenção legislativa, por consequência, prenuncia perigos infinitamente superiores e mais graves do que aqueles que visa, segundo diz, evitar.
Por outro lado, antes de definir uma estratégia clara de combate à corrupção, resulta simplesmente disparatado aumentar proibições ou dificuldades para o homem comum, sabendo-se que, com estas, qualquer funcionário corrupto pode negociar em razão dos poderes funcionais, até agora insusceptíveis de controlo eficaz.
Uma tal intenção legislativa, a concretizar-se, pode gerar abandonos de cães cujo assilvesteramento os transformará em perigos de consequências imprevisíveis, sendo igualmente certo que uma tal lei, nas condições sociais concretas, servirá seguramente para incomodar cidadãos cumpridores da lei, sendo absolutamente ineficaz face ao aumento – que se mostra apta a provocar – do comércio ilegal de cães das raças que visa (ilegitimamente) erradicar.Se é proprietário de um cão desta, ou de outras raças, e discorda da nova legislação que está a ser preparada, defenda esta causa, assinando esta petição em www.peloscaes.org
Terça-feira, Fevereiro 12, 2008
...Porque o mundo pertence a quem se atreve...
Segunda-feira, Janeiro 28, 2008
...Porque os animais não são palhaços...

Quarta-feira, Dezembro 26, 2007
...Carta ao Pai Natal...


